
AUDIÊNCIA DO PAPA DO DIA 24 DE FEVEREIRO
AUDIÊNCIA GERAL
Praça São Pedro Quarta-feira,
24 de Fevereiro de 2016
Bom dia, prezados irmãos e irmãs!
Prossigamos as catequeses sobre a misericórdia na Sagrada Escritura. Em vários trechos fala-se dos poderosos, dos reis, dos homens que estão «no alto», e também da sua arrogância e dos seus abusos. A riqueza e o poder são realidades que podem ser boas e úteis para o bem comum, se forem postas ao serviço dos pobres e de todos, com justiça e caridade. Mas quando, como muitas vezes acontece, são vividas como privilégio, egoísmo e prepotência, transformam-se em instrumentos de corrupção e morte. Foi o que aconteceu no episódio da vinha de Nabot, descrito no capítulo 21 do primeiro Livro dos Reis, sobre o qual hoje meditaremos.
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AUDIÊNCIA DO PAPA DO DIA 3 DE FEVEREIRO
PAPA FRANCISCO
AUDIÊNCIA GERAL
Quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2016
Queridos irmãos e irmãs, bom dia!
A Sagrada Escritura apresenta-nos Deus como misericórdia infinita, mas também como justiça perfeita. Como conciliar os dois aspectos? De que modo se articula a realidade da misericórdia com as exigências da justiça? Poderia parecer que são duas realidades que se contradizem; na verdade não é assim, porque é precisamente a misericórdia de Deus que leva ao cumprimento da justiça autêntica. Mas de que justiça se trata?
Se pensarmos na administração legal da justiça, vemos que quem se considera vítima de um abuso, dirige-se ao juiz no tribunal e pede que seja feita justiça. Trata-se de uma justiça retributiva, que inflige uma pena ao culpado, segundo o princípio que a cada um deve ser dado o que lhe é devido. Como recita o livro dos Provérbios: «Quem pratica a justiça está destinado à vida, mas quem persegue o mal está destinado à morte» (cf. 11, 19). Também Jesus fala sobre isto na parábola da viúva que repetidamente ia ter com o juiz e lhe pedia: «Faz-me justiça contra o meu adversário» (cf.Lc18, 3).
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Mensagem do Bispo para a Quaresma
QUARESMA DE 2016, NO ANO SANTO DA MISERICÓRDIA
MENSAGEM DO BISPO DE COIMBRA
A Quaresma reveste-se, este ano, de particular significado e importância para os cristãos da Diocese de Coimbra. O Papa Francisco convocou toda a Igreja para a celebração do Ano Santo da Misericórdia, um jubileu extraordinário, que nos leva a conhecer Jesus, o rosto da misericórdia do Pai. Como filhos amados da Igreja e porção do Povo de Deus, acolhemos o tempo de graça que ela nos concede ao oferecer-nos meios especiais de conversão em ordem à salvação.
Fazendo-me eco da voz da Igreja, expressa pela palavra do Papa, convoco todo o Povo de Deus da Diocese de Coimbra para viver este tempo de graça com uma renovada fé no Deus que nos procura com um amor misericordioso, tal como o pai procura o seu filho perdido. Por muito longe que andemos, Ele nunca nos esquece e está sempre a caminho para que o encontro se dê e possamos, de novo, sentir o calor do seu abraço.
AUDIÊNCIA DO PAPA DO DIA 27 DE JANEIRO
CATEQUESE
Praça São Pedro – Vaticano
Quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
Queridos irmãos e irmãs, bom dia!
Na Sagrada Escritura, a misericórdia de Deus está presente ao longo de toda a história do povo de Israel. Com a Sua misericórdia, o Senhor acompanha o caminho dos Patriarcas, dá-lhes filhos apesar da condição de esterilidade, leva-os por caminhos de graça e de reconciliação, como demonstra a história de José e dos seus irmãos (cfr Gen 37-50). E penso em tantos irmãos que em família não se falam. Mas esse Ano da Misericórdia é uma boa ocasião para se reencontrarem, para se abraçarem e se perdoarem e esquecerem as coisas ruins. Mas, como sabemos, no Egito a vida para o povo foi dura. E foi justamente quando os israelitas estão para sucumbir que o Senhor intervém e traz a salvação.
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Mensagem do Papa para a Quaresma 2016
“Prefiro a misericórdia ao sacrifício” (Mt 9, 13).
“As obras de misericórdia no caminho jubilar”
1. Maria, ícone duma Igreja que evangeliza porque evangelizada
Na Bula de proclamação do Jubileu, fiz o convite para que «a Quaresma deste Ano Jubilar seja vivida mais intensamente como tempo forte para celebrar e experimentar a misericórdia de Deus» (Misericordi? Vultus, 17). Com o apelo à escuta da Palavra de Deus e à iniciativa «24 horas para o Senhor», quis sublinhar a primazia da escuta orante da Palavra, especialmente a palavra profética. Com efeito, a misericórdia de Deus é um anúncio ao mundo; mas cada cristão é chamado a fazer pessoalmente experiência de tal anúncio. Por isso, no tempo da Quaresma, enviarei os Missionários da Misericórdia a fim de serem, para todos, um sinal concreto da proximidade e do perdão de Deus.



